Área médica. Comunicação sem contraindicação.

O ser humano é um ser social, o desejo de comunicação e interação é parte de nossa natureza.

No passado remoto vivíamos em pequenos grupos e era fácil lidar com o pequeno volume de informações a que se tinha acesso. A comunicação boca a boca era mais que o suficiente, com o eventual inconveniente das distorções e inverdades.

As sociedades humanas evoluíram, tornaram-se mais complexas e o volume de informações produzido e disponibilizado cresceu exponencialmente.

Na era da informação, há uma explosão multimídia e a atenção de cada pessoa é intensamente disputada por tudo e por todos.

Da mesma maneira que a tecnologia facilita o acesso e amplia o leque de possibilidades, ela também multiplica as fontes e dificulta a separação do que é joio e do que é trigo na imensa teia de informações disponíveis.

A área de saúde também padece desse mal.

A diversidade de especialidades, a complexidade dos diagnósticos, a grande oferta de profissionais, clínicas, hospitais, laboratórios dificulta enormemente o processo de identificação, seleção e contato por parte dos pacientes.

Se para os pacientes o processo é hoje mais complexo, para os profissionais e empresas de saúde o desafio é ainda maior.

Como levar ao conhecimento de seus potenciais pacientes as suas especialidades, sua experiência, os recursos técnicos e instalações adequadas e mesmo sua credibilidade?

Comunicar é mais que uma necessidade econômica, é uma função de utilidade pública, pois muitas pessoas podem ser prejudicadas por desconhecimento das opções e competências disponíveis para tratar de seus males.

A boa comunicação é um indicador da boa saúde organizacional.

Mas para uma comunicação sem contraindicação é preciso atenção a diversos aspectos.

Alguns cuidados para uma comunicação médica adequada:

  • Zelo absoluto pela ética e correção nas informações divulgadas;
  • Jamais oferecer promessas de cura;
  • Não fazer comparações entre métodos ou procedimentos;
  • Não fazer autopromoção que denote superioridade em relação a outros profissionais ou instituições.
  • Respeitar as normas estabelecidas no “Manual de publicidade médica” do Conselho Federal de Medicina.
Algumas razões para comunicar-se:
  • Para manutenção dos pacientes atuais;
  • Para conquistar novos pacientes;
  • Para orientar o público sobre cuidados relacionados a sua especialidade;
  • Para ampliar o conhecimento do público sobre suas especialidades;
  • Para esclarecer dúvidas sobre tratamentos, equipamentos, medicamentos;
  • Para fortalecer a imagem e autoridade profissional e da clínica, hospital ou laboratório;

Para os profissionais de saúde é desafiador cuidar das próprias atividades, manter-se atualizado, atender os pacientes, entre outras demandas.

Por isso, assim como na medicina, é cada vez mais necessário o apoio de especialistas para fazer o trabalho em comunicação, capazes de integrar as diversas possibilidades online e offline com planejamento e eficácia.
2017-07-11T13:48:09+00:00 Artigos, Blog|

About the Author:

Sócio-Diretor de criação da Criante, com mais de 17 anos de atuação em marketing e comunicação, Magno Santana é pós-graduado em marketing com experiências em consultoria, educação presencial e a distância e gestão de marketing.

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